quinta-feira, junho 01, 2006

"The Fountain" com data de estreia



Finalmente! 13 de Outubro será a data de estreia mundial para “The Fountain”, o novo filme de Darren Aronofsky (“Pi”, “Requiem for a Dream”). Libertando-o das exigências de datas específicas, os produtores deixaram de importunar o génio de Aronofsky, para que ele pudesse harmonizar o produto final. “The Fountain” une três períodos históricos diferentes, em três contos paralelos (a invasão do Império Maia pelos espanhóis em 1535, a procura da cura do cancro nos dias actuais e o futuro nos confins do universo) através das aventuras de Thomas (Hugh Jackman) – um guerreiro, doutor e explorador – que encontrou a Fonte da Juventude e busca incessantemente uma maneira de vencer a morte e prolongar a vida da mulher (Rachel Weisz) que ama. É uma demanda pela imortalidade, numa história de amor, morte, espiritualidade e sobre a fragilidade da nossa existência. Numa visão da morte como processo de renascimento.

Rezemos para que “The Fountain” estreie ainda este ano em Portugal.

25 Comments:

Blogger RPM said...

bom dia....

este The Foutain e o do Mel Gibson, que fizeste o texto na véspera, não têm nada em comum????

um abraço e bom dia da criança

Rpm

9:21 da manhã  
Blogger Francisco Mendes said...

Ora nem mais... trata-se da civilização Maya.

Abraço!

9:35 da manhã  
Blogger RPM said...

amigo Francisco...

mas a minha interjeição deve-se a que em Hollywood eles devem copiar-se uns aos outros....

ou é o pacote/moda do ano 2007!! os filmes sobre as civilizações terrestres!

abraço e até daqui a nada....

RPM

10:33 da manhã  
Blogger Francisco Mendes said...

Eu percebo o que desejas dizer, mas os filmes são completamente distintos. Mesmo os grandes escritores, pintores ou escultores tinham temas em comum... com abordagens características.

Quando os realizadores em questão são o superior cineasta contemporâneo (Aronofsky) e o realizador que ofertou o projecto independente mais lucrativo (Gibson)... o lixo fica bem fora da Sala de Cinema.

Abraço!

10:58 da manhã  
Blogger brain-mixer said...

:S 13 de Outubro... Ainda falta tanto tempo!!

12:50 da tarde  
Blogger Francisco Mendes said...

É o fruto da meticulosidade de Aronofsky.

12:58 da tarde  
Blogger Thanatos said...

Esta em conjunto com a iminente reedição do Blade Runner lá para Setembro, salvo erro, é a melhor notícia até agora. Se há filme cujo conceito me faz salivar é mesmo este. Já estive para comprar a BD mas prefiro ver primeiro o filme para não perder aquele travo da novidade. Espero que Aronofsky continue a ser o meu realizador de eleição da última década.

Já agora serei apenas eu mas não pensam que o Proyas se tivesse tido juízo não estaria agora no mesmo nível que Aronofsky? Em tempos acalentava grandes esperanças para Proyas mas cada vez mais me foi desiludindo. Será que é uma constante universal, tal como a gravidade, isto dos «nossos» realizadores nos desiludirem? Ou seremos nós que levantamos demais a fasquia?

1:22 da tarde  
Blogger Francisco Mendes said...

Realmente subimos demasiado as fasquias, mas tens absoluta razão no que dizes. Proyas foi-se perdendo ligeiramente, mas jamais esquecerei o brilhante "Dark City".

Quanto à enésima reedição de "Blade Runner"... venha ela, que nós cá a aguardamos impacientemente.

1:45 da tarde  
Blogger André Batista said...

Como isto vai ser fabuloso, meu deus!! Segundo Jackman, Aronofsky é o Kubrick dos tempos modernos :D

2:08 da tarde  
Blogger Francisco Mendes said...

O Jackman declarou ter ficado atarantado com o que viu na exploração rítmica que Aronofsky fez. Este jovem cineasta é um génio portentoso. Depois de ficar fascinado com "Pi" elevei a fasquia para o que seguiria, e "Requiem for a Dream" esmurrou-me completamente. Não foi apenas superar a fasquia... foi pulverizá-la por completo.

Irei certamente adquirir a BD, para ter consciência do que Aronofsky desenvolveu. Este homem é um caso sério de genialidade. Espero não ficar desiludido, porque a continuar a filmar desta maneira qualitativamente progressiva... o próximo projecto terá de me colocar em contacto directo com um deus... :)

2:16 da tarde  
Blogger André Batista said...

Como os Tool ? :P

4:12 da tarde  
Blogger Francisco Mendes said...

Digamos que sim... representa o equivalente cinematográfico dos TOOL. :)

4:19 da tarde  
Blogger miguel said...

isso é que é uma bela notícia. depois do requiem for a dream, espero daqui uma obra transcendente, no minímo. o aronofsky é o maior! um abraço!

7:14 da tarde  
Blogger Francisco Mendes said...

Um abraço Miguel!

P.S.: Retive a nossa Private Joke. ;)

7:50 da tarde  
Blogger 180min said...

tendo em conta que estamos a meio do ano e os melhores filmes que têm estreado em 2006 eram de 2005, com sorte temos este no inicio de 2007.

a história deixa-me apreensivo, faz-me lembrar a estrutura "passado/presente/futuro" do livro do michael cunnigham... a ver vamos

9:48 da tarde  
Blogger Francisco Mendes said...

Eu já só espero que este filme estreie efectivamente numa sala de Cinema... já que os predecessores filmes de Aronofsky praticamente nem tiveram tempo de antena nacional.

9:51 da tarde  
Blogger H. said...

só espero mesmo que acompanhemos a estreia mundial. é um projecto que me interessa desde que comecei a ouvir falar nele... e ñ apenas pela realização!

12:14 da manhã  
Blogger Thanatos said...

Para o 180min que a certa altura escreve "a história deixa-me apreensivo, faz-me lembrar a estrutura "passado/presente/futuro" do livro do michael cunnigham..."

Não seria necessário pegar no Cunnigham se o pretendido fosse mostrar que o argumento de Aronofsky não é de todo original. A FC literária está cheia de romances assim. Relembro apenas Lazarus Long personagem emblemática da Future History de Heinlein.

8:20 da manhã  
Blogger Francisco Mendes said...

Helena: Eu também gostava que isso acontecesse, mas não me parece viável... infelizmente...

Thanatos: Neste momento, o que me interessa mesmo é adquirir a graphic novel do Kent Williams. Como deves saber, esta BD é a continuação que Aronofsky pretendia dar ao projecto de 6 anos e utiliza o argumento original do projecto que teve de ser interrompido. Aronofsky deu a Williams a liberdade para explorar visualmente o conto, mas os diálogos serão da autoria do autor de "Pi".

9:00 da manhã  
Blogger miguel said...

para quando é essa bd, francisco?
um abraço!

2:28 da tarde  
Blogger Francisco Mendes said...

Já saiu. E podes adquiri-la pela Amazon. Topa-me esta capa: ”The Fountain” - Graphic Novel cover

Tenho ouvido maravilhas de quem já lhe colocou a vista em cima.

Abraço!

3:52 da tarde  
Blogger 180min said...

a ver se a arranjo também, fiquei curioso...

não é preciso haver, necessariamente, um grande argumento para que haja um grande filme. cabe ao realizador contar pela sua arte, é isso que faz um bom realizador.

9:32 da tarde  
Blogger Francisco Mendes said...

Todos para as bancas virtuais!

10:23 da tarde  
Blogger Pedro_Ginja said...

Este projecto já anda em aguas de bacalhau à tempo demais.

Vamos ver o que sai de lá.
Espero que o bacalhau não fique muito salgado.

O que nos safa é que o Aronofsky é bom "cozinheiro".

Abraço

5:02 da tarde  
Blogger Francisco Mendes said...

Correcção: Aronofsky é um "Mestre Cozinheiro". :)

Abraço!

6:27 da tarde  

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